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sábado, 29 de janeiro de 2011

Fast Food-Fast Die

Bom, são 12:00 e eu acabei de acordar. Novamente ontem não tive tempo para nada, mas hoje de madrugada tive essa ideia de post.

No meu post anterior, comentei sobre o fato de a internet ter ajudado a acelerar o mundo, e nada mais confortável para uma pessoa sem tempo do que não gasta-lo com algo que pode ser simplificado.
Comer bem, comer tudo que é preciso para manter seu corpo saudável é praticamente impossível. Como não é possível alongar o dia, o ser humano encurta atividades que aparentemente podem ser encurtadas. Graças a urbanização, a recente/crescente industrialização, economia de tempo e principalmente o marketing os “alimentos rápidos” tem uma demanda absurdamente crescente nos últimos 10 anos.


O foco do problema está nos grandes centros urbanos. Todos os motivos já comentados estão presentes ali, e ainda são amplificados pela facilidade oferecida pelas multinacionais do ramo(drive thru, preços acessíveis).




Quem nunca almoçou McDonalds?
Quem nunca foi ao shopping e tudo que comeu lá foi fast food?
Quem nunca, com preguiça de cozinhar, saiu para jantar a tal fast food?

É mais comum do que se pensa, já está embutida em nossas vidas e causa sérios problemas. Quando se come industrializados aos montes, a pessoa acaba por ingerir gorduras e açucares, mas nada de carboidratos. O sedentarismo ajuda, e juntando tudo isso temos uma tendência ao sobrepeso e obesidade.
Ainda por cima, a geração que agora se forma tem os pais como exemplo para ingressar nesta vida de poucos exercícios físicos e muita alimentação desbalanceada.


Não digo que seja ruim (é gostosopracaralho sim), mas fica o alerta de que tudo em excesso faz mal.

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